Uso da bilhetagem eletrônica da Transdata Smart na Região Metropolitana de Curitiba é modelo de gestão eficaz, transparente e segura para todo o Paraná

Em meio a tantas questões envolvendo o sistema de transporte coletivo de Curitiba e Região Metropolitana, é fundamental que os gestores públicos, em parceria com empresários do setor, encontrem soluções para torná-lo mais ágil, transparente e eficiente para a população.

Uma ferramenta considerada um case de sucesso pode ser encontrada aqui mesmo na Região Metropolitana de Curitiba. Trata-se do sistema de bilhetagem eletrônico implantado na RMC desde 2015. Naquele ano, marcado pela desintegração da Rede Metropolitana de Transporte (RMT), a Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) viu na bilhetagem eletrônica desenvolvida pela Transdata Smart a solução para manter a rede ativa e eficiente para servir à população que necessita diariamente do transporte público.

Implantada a partir de uma operação entre Comec e Associação Metrocard (que congrega as empresas do transporte coletivo que atendem a RMC), a nova bilhetagem eletrônica trouxe novos recursos ao cartão de transporte para os usuários, como, por exemplo, a possibilidade da utilização de créditos pré-pagos em compras em estabelecimentos físicos e online que aceitem a bandeira Mastercard.

“Experimentamos mais modernização na bilhetagem e mais tecnologia, que trouxeram melhorias à população. Hoje temos com a Metrocard, um modelo de bihetagem que é referência”, diz o presidente da Comec, Omar Akel. Segundo ele, devido à tecnologia de ponta aplicada, seria possível que a bilhetagem da Metrocard se tornasse modelo por toda a rede, já que se trata de um sistema mais atualizado em relação ao que é usado atualmente pelos demais sistemas.
Modelo de boa gestão e inovação
O sistema de transporte público da Região Metropolitana de Curitiba é sinônimo de inovação e boa gestão estratégica. São mais de 1 mil ônibus de 16 empresas de transporte que trafegam pelos arredores e pela capital. “Entre os maiores benefícios que o sistema trouxe ao usuário estão a diminuição das filas para embarque e a redução de mais de 42% no número de assaltos dentro das estações tubo mediante a diminuição do dinheiro embarcado”, explica Devanir Magrini, diretor comercial da Transdata Smart.

A tecnologia de biometria facial também trouxe pontos positivos, como a inibição do uso indevido do benefício da gratuidade. Quanto menor o número de fraudes, menores serão os custos de operação aos empresários e, consequentemente, não haverá necessidade de repasses destas fraudes no valor da passagem. De agosto de 2015 ao começo de fevereiro deste ano já foram bloqueados pela Metrocard 1.071 cartões com suspeita de fraude, armazenadas mais de 25 milhões de fotos e conferidas cerca de 16 mil fotos todos os dias.

“Penso que seria uma excelente solução contar com a Transdata Smart em eventuais implantações de bilhetagem eletrônica em outros sistemas urbanos, visto que esta ferramenta é uma grande aliada para minimizar as dificuldades enfrentadas pelo setor no que tange ao aumento das gratuidades e a evasão de passageiros que viemos enfrentando”, assegura Lessandro Zem, presidente da Metrocard. “Além disso, essas implantações também gerariam benefícios à população, pois seriam baseadas em um cartão único, o que facilitaria o deslocamento dos passageiros”, conclui.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>